segunda-feira, 11 de maio de 2009

... eu acho, ACHO, que alguém devia avisar a malta da Macedónia que os 80s já foram, o Bon Jovi já cortou o cabelo e que está um senhor careca e com ar de sem-abrigo na guitarra. Ou baixo. Não sei. Acho que aquilo nem cordas leva.



Ou então. É demasiado divertido.

Fui só eu que achei que este Bruno

e este Ricardo

são uma e a mesma pessoa?

sábado, 9 de maio de 2009

Lições de vida

sexta-feira, 8 de maio de 2009

1. Os senhores responsáveis pelos míticos Bruno Aleixo, o Empregado da Brasileira e o Rosa Mota também fizeram o anúncio da TMN, não fizeram? Fizeram, não fizeram? Eu sei que fizeram. Mais ninguém seria capaz disto.

2. Alguém, por favor, pode empurrar o senhor que faz os anúncios do Santader do armário? Já chega.






A sério. É ridículo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

e é isto...

Portanto as primeiras duas voltas foram isto.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Pequenas vitórias

Primeira vez que patinei no gelo - Hoje, 40 minutos
Professor - Nenhum

Assistência a postos com cameras e máquinas fotográficas - meio autocarro e a aumentar

Número de quedas - 0


Eu sabia que era boa nisto.

Ser Margarida é...

... à falta de sono, em vez de ir ver um bocadinho de televisão, ler uma revista ou, até, descansar a olhar para o amanhã - que bem preciso, decidi agarrar neste menino, em todas as listas das páginas amarelas que encontrei, caneta, papel e deixar em todas um excerto bem escolhido e copiadinho no PSI de PSICOLOGOS, PSIQUIATRAS.

E depois queixo-me, que não sei o que é descanso.

Uma coisa como outra qualquer

Desci as escadas até à porta do hotel e quase choquei com a pessoa que saiu do elevador, um tipo barbudo dentro de um enorme tutu cor-de-rosa com uma varinha de fada numa mão, uma bandelete com orelhas de coelhinho na outra, ténis castanhos/meias desportivas de trolha de folga e passo rápido de quem já ia atrasado para o Barça-Real Madrid na tasca.

Ele seguia como se nada fosse.
E eu também.
Não tentei perceber e fui à minha vidinha.

Cheguei a um ponto em que já não quero saber.

domingo, 3 de maio de 2009

Quando olhei para o lado para ver quem era o brutamontes que quase me tinha virado o ombro ao contrário com uma cotovelada dei de caras com o Miguel Ângelo.
Esse mesmo.

O dos Delfins.

Resmunguei bem alto 'não cantas nada, não tocas nada e ainda vens para aqui ser uma aventesma'?

Não.

Mas devia.


domingo, 26 de abril de 2009

Não tenho palrado muito por aqui, bem sei.
Não ando bem. Nada, nada. naaaaaaaaaada bem.



terça-feira, 21 de abril de 2009

A vidinha cá vai indo

Amigos meus: aquelas pessoas que, entre os apontamentos, começam por desenhar o Nietzsche e acabam com o Artur Jorge no caderno.


É preciso arte - arte!
Abençoada Nice.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

time loop

A verdadeira razão pela qual os americanos caíram pelo Obama à primeira:
Andavam a ser preparados há anos.

segunda-feira, 13 de abril de 2009


Entrar para o teste em pânico - não me sentir nada preparada. Os textos foram (quase) todos lidos, os apontamentos estão passados a limpo... mas para mim o teste é uma incógnita. Tanto quanto sei o senhor pode pedir-nos para relacionar etnicidade com cultura material, vestir uma burka e fazer o pino, saltar por arcos em chamas a cantar trechos de 'La Traviata'.
Não sei.
Entro. Recebo o teste. Percebo que a primeira parte é extremamente simples: definição de dez conceitos em meia-dúzia de linhas, cada.
Seria simples - se eu pudesse recorrer aos meus apontamentos. Tenho lá tudo organizadinho.

Enervada, aborrecida, frustrada, lá começo a rabiscar coisas de que me vou lembrando. Ao fim de uma difícil hora dou-me por vencida e decido começar a passar limpo o que ali tenho, na folha de teste. Naquele curto momento em que não estou concentrada noto um ruído de papéis demasiado anormal. Olho para os lados e em todas as mesas há dossiers abertos, cadernos, livros.

"Eeer... psst... o teste é com consulta?"

"É."


Acho que parti uma perna. Psicologicamente falando.

Isto não anda bem. Nada bem.

domingo, 12 de abril de 2009

Zen

*finininin*
final countdown
death stare

Sugestão da gerência: clicai nas imagens.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Great Scott!




Beware the geek army!

Talvez não seja má ideia sugerir amigos novos. =D

Talvez alguém devesse avisar os senhores do Expresso que a Rua Sésamo não explicou REALMENTE o caso Madoff às criancinhas [p. 24, Entretenimento, "A Crise no Horário Nobre"]?
E que, sim,
é um sketch? Do sr. Kimmel e associados?
Sim? Ok?
Não façam outra destas, não?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

(L) the internets

We likes them, don't we precious?

sábado, 4 de abril de 2009

Go release them, Ariel.

Eu não sei bem como explicar isto mas envolve um intervalo, lugares na primeira fila praticamente dentro do palco, a Inês a virar um pacote inteiro de Maltesers que rebolaram em todas as direcções possíveis e respectiva desesperada recolha dos mesmos, enquanto eu me contorcia de riso na cadeira. Pareciam berlindes. XD

O poder dos boatos

Eu 03/04/2009 20:48

Vai agora começar. Tá aqui o sr diogo infante.

Mano 03/04/2009 20:49

Boa. Pergunta pelo Zé.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Yeats, a propósito dos lendários montes irlandeses e de tudo o que estes escondem dentro de si, reconta a história que ouviu de um camponês:

"And he had heard too, of people who had been carried away into the hill, and how one man went to look for his wife there, and dug into the hill and all but got his wife again, but at the very moment she was coming out to him, the pick he was digging with struck her upon the head and killed her."

Sim, sim.
A picareta, sozinha.
Ele cavou no monte.
E, por acaso, a mulher ficou debaixo do monte.
A sério... será isto demasiados episódios de CSIs, Mentes Criminosas e sucedâneos?

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ontem, ia a caminho da paragem quando passo à frente de um velhote sentado num banco de jardim.
Seguia, na minha.

Até passar mesmo à frente do senhor e ele dizer bem alto, num tom dramático, teatral, quase profético [à la Manuel Alegre a recitar a Trova do Vento que Passa, à la Romeiro do Frei Luis de Sousa a atirar com um "Ninguém!" - duas coisas que, bem vistas as coisas, são uma e a mesma]:

"Quem espera, não desespera".


1) não tive coragem de olhar para trás para ver se estava lá mais alguém ou se era mesmo para mim

b) então quem espera... não é suposto desesperar? Ou alcançar?
iii) pelo menos, não foi tão assustador quanto o senhor na Alvaláxia e o acusador "eu sei o que tu fizeste! ASSASSINA!"

Já vos aconteceu?

Acordar de manhã, dar um estalo ao despertador para o calar, ter um mini-choradinho mental por não querer acordar e sair da cama, pensar "que sonho tão estúpido" e logo a seguir a isso, o primeiro pensamento do dia ser:
[para saber qual foi o pensamento parvo é favor avançar um post - porque o blog é meu e porque posso]

Já repararam?

Chegar a papa deve ser o My Fair Lady do prelado.

Subitamente, as roupas de sonho, as jóias, os chapéus, os carros de luxo, toda a cantoria, as pessoas a dizerem o que podem ou não fazer e dizer...

E o mais triste de tudo...

... foi surgir, logo de seguida, um:
"que estupidez... hum... ver se não me esqueço, para pôr no blog."

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