sexta-feira, 31 de julho de 2009

A minha maldição

O meu maior defeito? Não vale a pena elogiar-me, não vou dar o valor devido à opinião alheia. E sei perfeitamente quando é que isso começou.É o chamado 'trauma'. Ou 'saco-de-limões-na-cabeça'.


No caderno de Geografia, do 10º ano.

PS. Foi bom rever o grupo :D Foi para estes encontros que se inventou Sintra, os dias de Verão e os travesseiros da Piriquita.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Ena pah, mais bonecada!

Achei isto no meu caderno.
Estava lá desde 30 de Abril e eu não sabia.
Suponho que seja meu. Ou então não.


Sushi!!!

domingo, 26 de abril de 2009

Não tenho palrado muito por aqui, bem sei.
Não ando bem. Nada, nada. naaaaaaaaaada bem.



quinta-feira, 16 de abril de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Olh'áingraçadinha...

"Esta é uma história: tem uma conjunção inicial explosiva que lhe serve de primeiro capítulo, tem uma sucessão extraordinária de eventos moldando-lhe o (mais ou menos) disforme corpo e terá, julgue-se no nosso bom senso, um surpreendente remate. Como compete a cada história, existem personagens justificativos de cada verbo.
Apresentemo-los, então."


Às vezes, quando ando a pesquisar na minha velha tralha, tenho a sensação que o meu eu do passado acabou de atirar com bastante violência um saco de limões à cabeça do meu eu presente.




PS. Yup. A história, para além de inacabada, era péssima.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Apontamentos

Uma das coisas que eu gostava, neste momento da minha vida, era que certas e determinadas aulas que tenho à Segunda-feira de manhã fossem um bocadinho menos apresentação de factos e um bocadinho mais interessantes.


O ar do moço sentado atrás de mim, quando se levantou para me entregar a folha de presenças e viu o meu caderno... priceless.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Pérolas

Encontrei isto rabiscado à pressa num dos meus cadernos.
Algures do início de Novembro de 2007.

"A morte do rei D. Sebastião

Voz-off [grave]: Marrocos, ano de 1578 (Discurso épico sobre Portugal, enaltecendo as qualidades de D. Sebastião - jovem rei, esperança do povo, escolhido, blá, blá [ver livros Estado Novo]). Porque é que os nobres nunca contaram a verdade sobre (mais grave) a morte de D. Sebastião.

D. Sebastião, a cavalo, seguido e ladeado pelos nobres da corte, dirige-se à sua tenda, no acampamento, um dia antes da batalha de Álcacer-Quibir. A tenda maior e mais excêntrica, está fora da vista dos soldados, rodeada por um muro-tenda.


Todos, discutem a batalha muito gravemente.

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Entram no espaço da tenda [jardim, ladeando a tenda ao centro]. D. Sebastião desce do cavalo, pisa um ganso, o ganso grasna (boneco de borracha?), uma avestruz entra em pânico, corre na direcção de D. Sebastião. D. Sebastião entra também em pânico, guincha, abraça um pavão de néon e morre electrocutado [tudo isto estupidamente rápido].

Silêncio.


Um dos cavaleiros que seguia ao lado de D. Sebastião olha à sua volta:

Cavaleiro:
E agora? Como é que vamos explicar isto?"

O lógico seria olhar para isto com benevolência e ter um simpático 'já viste como eras, demente, dona Maggie?'. Mas não.

A cena continua a acontecer na minha cabeça, continua a fazer-me rir alarvemente.

[Encontrei também um de Janeiro do ano passado: "Martinho Lutero: o porquê do insurgimento". Fica para outro dia]

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Momento zen

Estive perto, perigosamente perto, de deixar isto como prenda de Natal no cacifo de um certo e determinado professor cujo nome começa em V, acaba em iato e tem ir no meio, em homenagem às terríveis aulas passadas que a Philosopher's Song me arruinou. Mas depois achei um desperdício de Python e dei à Inês.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ser Margarida é...


... ter sempre um ponto de vista parvo. =D

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

O artista, é um bom artista.


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

No meio do Intermarché (não Carrefour, Carrefour foi já devaneio elaborado), ouvi o clássico *tundundum* que anuncia a chegada daquela voz misteriosa que chama pelas pessoas - para nunca mais serem vistas.
Páro o carrinho no meio do corredor dos chás, papas e cereais (um pressentimento, talvez), olho para cima e oiço:
"Atenção César, dirija-se ao Balcão Central."


Foi o suficiente.

Ataques de riso incontroláveis vão um dia levar-me à ala de psiquiatria mais próxima.


terça-feira, 29 de janeiro de 2008

E agora sim, foi-se o semestre.



sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Diz que houve manif na 5ª feira... (cliquem na imagem para aumentar)


Cartazes e criaturas por mim.
Expressões (e um magnifico professor de Filosofia) por Nice.


PS. A nota do meu teste vai partir de um digito.

sábado, 8 de setembro de 2007

Breve interlúdio de insanidade ?

- Zing bam pim ugh...olha lá...porque é que o u, o i e o o estão mais sujos que as outras teclas?
- Santa Tecla tem a resposta, deve ser porque as usas muuuuiiiitooooo.
- Muuuuultibaaanco. Já se pagam multas no multibanco?
- Nheks. Liriririllliirica.
- Zaratustra.
- E batata frita.
- Flooorinha nos péééés...
- Cruzinha na mãããão...
- És mesmo soromenha.
- Erasma.
- Mostrar desgraçaaado...
- Aaah desgraçaaaado...
- Kafka aí isso pah beh meh ugh.
- Policia. Pum morreste.
- (Campo de protecção magnético)
- RR
- DD

- O Durão Barroso usa capachinho.
- O Maomé também. Com rastilho.
- Ayatola.
- Amén.
- Yah.
- Noks.
- Ughs.
- Meks.
- Nheks.
- Buga?
- Buga.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

- Começou por Matar o F. Depois, cortou-lhe o cabelo Frente.
- ...
- Depois, só voltou a ser encontrado quando perseguiu o C. Como sabem, ele já é de Cidade.
- Não teve hipótese.
- Foi quando se cruzou no caminho do O...
- O que fez o O quando viu o M?
- Ocorreu.
- Ninguém viu?
- O D.
- O que fez o D quando o viu?
- Decorreu também.
- ...

- ...
- Houve testemunhas?
- Houve. O P e o R. Previram tudo.
- Salvaram-se. Como?
- Preocuparam um edificio ali ao lado.

- Mas quem os salvou?
- O A, que assistiu a tudo. Atirou-os pela janela.
- ...

- Diga-me...houve sobreviventes?
- Houve. O H.
- Hum?
- Hum.

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