sexta-feira, 10 de abril de 2009

Talvez alguém devesse avisar os senhores do Expresso que a Rua Sésamo não explicou REALMENTE o caso Madoff às criancinhas [p. 24, Entretenimento, "A Crise no Horário Nobre"]?
E que, sim,
é um sketch? Do sr. Kimmel e associados?
Sim? Ok?
Não façam outra destas, não?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

(L) the internets

We likes them, don't we precious?

sábado, 4 de abril de 2009

Go release them, Ariel.

Eu não sei bem como explicar isto mas envolve um intervalo, lugares na primeira fila praticamente dentro do palco, a Inês a virar um pacote inteiro de Maltesers que rebolaram em todas as direcções possíveis e respectiva desesperada recolha dos mesmos, enquanto eu me contorcia de riso na cadeira. Pareciam berlindes. XD

O poder dos boatos

Eu 03/04/2009 20:48

Vai agora começar. Tá aqui o sr diogo infante.

Mano 03/04/2009 20:49

Boa. Pergunta pelo Zé.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Yeats, a propósito dos lendários montes irlandeses e de tudo o que estes escondem dentro de si, reconta a história que ouviu de um camponês:

"And he had heard too, of people who had been carried away into the hill, and how one man went to look for his wife there, and dug into the hill and all but got his wife again, but at the very moment she was coming out to him, the pick he was digging with struck her upon the head and killed her."

Sim, sim.
A picareta, sozinha.
Ele cavou no monte.
E, por acaso, a mulher ficou debaixo do monte.
A sério... será isto demasiados episódios de CSIs, Mentes Criminosas e sucedâneos?

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ontem, ia a caminho da paragem quando passo à frente de um velhote sentado num banco de jardim.
Seguia, na minha.

Até passar mesmo à frente do senhor e ele dizer bem alto, num tom dramático, teatral, quase profético [à la Manuel Alegre a recitar a Trova do Vento que Passa, à la Romeiro do Frei Luis de Sousa a atirar com um "Ninguém!" - duas coisas que, bem vistas as coisas, são uma e a mesma]:

"Quem espera, não desespera".


1) não tive coragem de olhar para trás para ver se estava lá mais alguém ou se era mesmo para mim

b) então quem espera... não é suposto desesperar? Ou alcançar?
iii) pelo menos, não foi tão assustador quanto o senhor na Alvaláxia e o acusador "eu sei o que tu fizeste! ASSASSINA!"

Já vos aconteceu?

Acordar de manhã, dar um estalo ao despertador para o calar, ter um mini-choradinho mental por não querer acordar e sair da cama, pensar "que sonho tão estúpido" e logo a seguir a isso, o primeiro pensamento do dia ser:
[para saber qual foi o pensamento parvo é favor avançar um post - porque o blog é meu e porque posso]

Já repararam?

Chegar a papa deve ser o My Fair Lady do prelado.

Subitamente, as roupas de sonho, as jóias, os chapéus, os carros de luxo, toda a cantoria, as pessoas a dizerem o que podem ou não fazer e dizer...

E o mais triste de tudo...

... foi surgir, logo de seguida, um:
"que estupidez... hum... ver se não me esqueço, para pôr no blog."

sábado, 28 de março de 2009

Hey!

Lembram-se quando os Bollycaos eram bons?
Pois. Eu também.


Como é possível ter ido daquilo aos tubos aborrachados com uma coisa achocolatada no meio de hoje em dia?

sexta-feira, 27 de março de 2009

Cidade Universitária

Almada Negreiros, Vieira da Silva, Churros.


Degradante, entrar na Faculdade à espera de encontrar carrinhos de choque no átrio.

O Twitter matou o blog do Markl.


Pronto.

Alguém tinha de o dizer.
Ou blogar.

Olh'áingraçadinha...

"Esta é uma história: tem uma conjunção inicial explosiva que lhe serve de primeiro capítulo, tem uma sucessão extraordinária de eventos moldando-lhe o (mais ou menos) disforme corpo e terá, julgue-se no nosso bom senso, um surpreendente remate. Como compete a cada história, existem personagens justificativos de cada verbo.
Apresentemo-los, então."


Às vezes, quando ando a pesquisar na minha velha tralha, tenho a sensação que o meu eu do passado acabou de atirar com bastante violência um saco de limões à cabeça do meu eu presente.




PS. Yup. A história, para além de inacabada, era péssima.

quinta-feira, 26 de março de 2009

finalista - especial siglas

Num minuto estou a descansar, a ver tv e a preparar-me para passar fotos para o pc.

No outro, acordo a babar-me e com um cabo usb magicamente (ainda) equilibrado nos meus dedos.

Fora isso, tudo bem.

quarta-feira, 25 de março de 2009

No corredor, a caminho do cacifo.
"- É que, afinal, só íamos em meia-hora de aula e"
"- Cuidado!"
"- Er... espera... acabei de pisar uma patanisca?"

Ou será que era um pastel de bacalhau?
Não sei. Ficou um bocado esmagado à minha demolidora passagem.
Mas estava ali. No meio do corredor.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Apontamentos

Uma das coisas que eu gostava, neste momento da minha vida, era que certas e determinadas aulas que tenho à Segunda-feira de manhã fossem um bocadinho menos apresentação de factos e um bocadinho mais interessantes.


O ar do moço sentado atrás de mim, quando se levantou para me entregar a folha de presenças e viu o meu caderno... priceless.

sábado, 21 de março de 2009

Hum


Considerando os últimos posts... é muito óbvio que tenho visto muiiiiita televisão?
Mas eu estudo, srs. professores, eu estudo.

Solidão

Ora deixem-me lá ver se percebi isto bem...

o spot da Galp a propósito desta iniciativa do carpooling... só tem mulheres "dentro" dos carros? Exceptuando o senhor no café e outros dois visíveis de relance, em cada um dos lados da imagem?

Subtil (*sarcasmo*) senhores da Galp, muito subtil.

Quit yo jibber-jabber!



Ah TVI, TVI... o que seria a minha auto-estima, o meu grande ego, sem estas burrices costumeiras...

sexta-feira, 20 de março de 2009

Oh Canada...


Eu mudava de canal (se por acaso lá estivesse) sempre que começava isto do Não Há Crise na SIC.
Mas depois descobri que era gravado no Canadá.

Desde então é uma terapia.

Tão
naïves, tão fáceis de levar, tadinhos.

PS. Não iam acreditar a quantidade de vezes que indivíduos com t-shirts de Portugal aparecem.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Pérolas

Encontrei isto rabiscado à pressa num dos meus cadernos.
Algures do início de Novembro de 2007.

"A morte do rei D. Sebastião

Voz-off [grave]: Marrocos, ano de 1578 (Discurso épico sobre Portugal, enaltecendo as qualidades de D. Sebastião - jovem rei, esperança do povo, escolhido, blá, blá [ver livros Estado Novo]). Porque é que os nobres nunca contaram a verdade sobre (mais grave) a morte de D. Sebastião.

D. Sebastião, a cavalo, seguido e ladeado pelos nobres da corte, dirige-se à sua tenda, no acampamento, um dia antes da batalha de Álcacer-Quibir. A tenda maior e mais excêntrica, está fora da vista dos soldados, rodeada por um muro-tenda.


Todos, discutem a batalha muito gravemente.

-
-
-


Entram no espaço da tenda [jardim, ladeando a tenda ao centro]. D. Sebastião desce do cavalo, pisa um ganso, o ganso grasna (boneco de borracha?), uma avestruz entra em pânico, corre na direcção de D. Sebastião. D. Sebastião entra também em pânico, guincha, abraça um pavão de néon e morre electrocutado [tudo isto estupidamente rápido].

Silêncio.


Um dos cavaleiros que seguia ao lado de D. Sebastião olha à sua volta:

Cavaleiro:
E agora? Como é que vamos explicar isto?"

O lógico seria olhar para isto com benevolência e ter um simpático 'já viste como eras, demente, dona Maggie?'. Mas não.

A cena continua a acontecer na minha cabeça, continua a fazer-me rir alarvemente.

[Encontrei também um de Janeiro do ano passado: "Martinho Lutero: o porquê do insurgimento". Fica para outro dia]

Algo me diz...

... que considerando o estado do "cabelo" do Pedro Mexia, ele está a dias de se transformar num Ood.


[AVISO: gente coisinha, o vídeo é capaz de não ser compatível com o lanche]


quarta-feira, 18 de março de 2009

o_O

Aposto que são precisos óculos especiais para poder olhar com segurança para o guarda-fatos da Hillary Clinton.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Mereci um doce por isto

O senhor professor falou no primo direito da espécie humana, o bonobo, e adiantou o nome científico.
É pan paniscus e nem um músculo na minha cara mexeu.


Pan PANISCUS.


The Bonobo (IPA: /bə'noʊboʊ/, Pan paniscus), which, until recently, usually was called the Pygmy Chimpanzee and less often, the Dwarf or Gracile Chimpanzee, is a great ape and one of the two species making up the genus, Pan.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Eu bem que quero achar isto das sextas-feiras 13 uma parvoíce.


De manhã, pela primeira vez, não consegui arranjar, no sitio do costume, um mísero lugar para estacionar. Mas, ao fim de muitas voltas, lá consegui arranjar um desconhecido lugarzinho catita. Tudo bem. Estas coisas acontecem.

À hora de almoço, óbvio que bati com o nariz na porta do refeitório. Greves. Não custava nada um aviso um bocadinho mais prévio. Tudo bem. Estas coisas fazem parte.

Ao fim do dia, no autocarro, abro a mala. Claaaaro que hoje, ao fim de um longo jejum de nove anos, tinha de rebentar uma caneta em minha posse. Preta. Dentro da mala. O que é que eu tinha dentro da mala? Para além de livros, a agenda e toda a tralha mais ou menos lavável? Um lenço. Branco. Claro. Tudo bem. O lenço é branco com umas flores pretas. A nódoa é pequena, disfarça-se bem. Coisas destas acontecem.

Chego ao carro.
Claaaaaaaaaaaaaaro que o carro não pegou. Nada. Nicles. Niente. Népie. Não pegou, nem um barulhinho para dizer "estou só preguiçoso, estou vivo".

Lá veio a brigada SWAT (o pai e o mano) fazer reanimação.
Uma hora à espera dentro do carro. A estudar. Às escuras. Bateria zero.
Adicionemos ainda o facto de me ter passado pela cabeça que 'estudar' passaria por mim a ler em voz alta, só porque sim. Isto, conjugado com um problema prévio derivado do meu infeliz gosto por vinagre balsâmico e consequente liberdade no consumo do mesmo, resultou num chegar ao fim da hora à espera a uma frase de perder a voz.

Tudo bem. Coisas destas acontecem, nada a fazer. Tudo bem, tudo bem.

Chego a casa às oito e meia.
Às nove e meia, Comic Relief na BBC. David Tennant, The Office, Catherine Tate, French & Saunders, etc e tal.
Há meses que tenho o Red Nose Day assinalado na agenda.

Espera Margarida? Estás a falar do Comic Relief que começou às sete da tarde?
Estou?

E eu perdi a cabeça.

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