sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ser Benfiquista é...
4 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/23/2009 10:34:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and benfas, gato fedorento, rap, rap ao quadrado
Unhaca ao quadrado
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/23/2009 09:43:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and garras profiláticas
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Um longo post de uma história contada com todos os momentos, como se eu fosse uma daquelas senhoras que aparecem no telejornal a relatar o que viram
1 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/22/2009 04:10:00 p.m."Ah, isto agora leva algum tempo. Um mês, mês e meio. É melhor telefonar primeiro para saber."
E eu agradeci, resignei-me e vim para casa, esperar um mês e meio pelo papelinho.
Foi um mês de espera muito MUITO longo.
No dia 7 de Outubro (quarta-feira), estando eu na faculdade aproveitei para saber se a folhinha A4 já estava impressa, carimbada e assinada. A fila para a secretaria era grande - optei por, ao lado da secretaria, telefonar.
Disse a senhora que me atendeu que "isto está tudo organizado, (estava sim senhora) eu vou fazer-lhe a média mas não posso fazer mais porque quem trata disto é a minha colega e está de férias. É melhor tentar de novo para a semana".
A resmungar com a "colega que está de férias, quem é que vai de férias em Outubro, não há mais ninguém que possa tratar disto" fui embora.
Dia 14 (Quarta-feira) voltei à FLUL. Esperei o meu tempo na fila invejando a competência da senhora a atender o guichet ao lado, o de Mestrados, sempre sem fila. Quando chega a minha vez e pergunto esperançosa pelo meu certificado de conclusão de licenciatura - afinal já tinha passado o máximo de mês e meio - a senhora procura no computador.
"Olhe, a média já está feita (obrigado senhora do telefonema) mas agora falta a minha colega. Tente de novo na próxima semana. E é melhor telefonar antes."
Assim. Sem nenhuma explicação melhor, sem explicar porque razão "falta a minha colega" e que raio de colega era esta.
Ontem (Quarta-feira), mais bem disposta do que qualquer pessoa que tem de lidar com secretarias, telefonei de manhã. No atendimento geral a senhora que me atendeu (onde andam os funcionários públicos do sexo masculino, afinal?) diz-me atrapalhada que a linha da licenciatura está com uma grande fila e que talvez seja melhor eu telefonar mais tarde.
"Eu não me importo de esperar."
"Está certo, vou pô-la em espera, bom-dia."
Cinco minutos de Quatro Estações depois (a sério, onde estava a música dos telefones sem a Primavera? FLUL não esperava algo tão prevísivel de ti), a senhora na secretaria atende-me.
"Bom-dia. Olheeee, eu estou a ligar para saber se o meu certificado de conclusão de licenciatura já está pronto."
* silêncio do outro lado *
"Er... disseram-me que era melhor telefonar antes de ir aí?"
"Certo, diga-me o seu número."
*alguns minutos de confusão numérica por causa da eterna guerra treze/treuze*
"Olhe, o seu certificado já está pronto. Pode vir buscá-lo."
"Está?! Posso ir ai hoje à tarde?!"
"Está sim, pode vir."
"Muito obrigada, bom-dia."
Fui lá - estava na FLUL às 14:40. Meia-hora de fila, depois.
"Boa-tarde. Eu vinha buscar o meu certificado de conclusão de licenciatura."
"Diga-me o seu número."
* alguns minutos de confusão numérica e de troca de identidades em que até me é dito que faltam pagar três propinas, isto por causa da eterna guerra treze/treuze*
"Olhe... aqui está o seu certificado mas falta-me uma assinatura."
"Como assim?"
"Aqui, está a ver?"
A senhora, com um ar muito panhonha, mostra-me o verso do certificado, onde devia estar a assinatura do "Secretário" e o selo branco.
"Então... mas... ninguém pode assinar isso?"
"Não, eu não tenho aqui ninguém que me possa assinar isso."
Fico em silêncio a olhar para a mulher - provavelmente, com um ar algo demente, porque ela acrescenta logo.
"Olhe, eu peço desculpa mas não posso assinar, percebe?"
"Então mas não tem ninguém aí (aponto com a cabeça para a dezena de pessoas que andava lá atrás entre secretárias e dossiers) que assine isso?"
"Não, não está aqui ninguém. Eu não sei deles."
Com um dos melhores risos de escárnio, um perfeito sneer, que tive em anos, pergunto-lhe:
"Não sabe deles?"
"Não, não sei. Eles... não sei. Devem estar...ah...reunidos. Devem estar reunidos para aí, não sei."
"Não sabe de ninguém."
A minha sobrancelha vai ao meio da testa. A resposta da senhora é o gesto que mais me enfurece: encolhe os ombros e murmura "não sei", isto enquanto a fila atrás de mim ia crescendo. A mulher fica em silêncio a olhar para mim, sem me dar nenhuma solução. Eu fico incrédula, à espera que ela pare de encolher os ombros e que faça o trabalho dela: ajudar-me. Nada.
"Olhe... vocês fecham às quatro, não é?"
"É sim."
"Eu passo aqui às cinco para as quatro."
"Está bem. Olhe, passe antes faltando dez minutos para as quatro."
"Está certo".
Vou fazer tempo e barafustar com a secretaria e o encolher de ombros da mulher e os colegas assinadores reunidos no café, como se em três anos eu não tivesse aprendido como aquilo funciona.
Volto às vinte para as quatro. Sento-me nos banquinhos em frente à secretaria (um pouco de pressão).
Quando falta um quarto de hora para as quatro, meto-me na fila. A senhora vê-me e manda-me passar à frente.
Contente, vou. Ela mostra-me o certificado.
"Já está assinado?"
"Já."
"Óptimo."
"Pronto... olhe, agora tem aqui é uma dívida de oito euros."
Eu já conhecia esta dívida. Na minha conta online estava lá essa dívida. As minhas propinas foram sempre pagas certas. Aquela dívida é um erro informático.
Eu olho desesperada para o olhar parado da mulher e digo-lhe:
"É assim...essa dívida não existe. Eu amanhã passo por cá com os recibos para comprovar. Boa-tarde e muito obrigado, sim?"
Cheguei a casa na certeza que hoje ainda ia ter de jogar ao Papel, Pedra ou Tesoura antes de poder trazer o certificado para casa. Devia ter feito como o Ima (campeão!) que ferveu com um encolher de ombros e saiu da Segurança Social "acompanhado" por seguranças.
Hoje, reúno os recibos todos e pesquiso na net a propina de 2006/2007.
Lá consigo encontrar e segundo aquilo que está disponível online, sim, eu paguei quatro euros a menos em duas propinas.
Tenho a certeza quase absoluta que não me enganei e que na altura o valor pedido foi o que paguei - confirmei isto num panfleto da altura que ainda tenho. Os chulos da FLUL criaram uma grande aldrabice. Há três semanas ainda teria dado luta. Agora, desisti.
Enfim, eu só quero o certificado.
Volto lá hoje de manhã.
Para meu bem, atende-me uma senhora consideravelmente mais desenvolta.
"Bom-dia. Eu vinha aqui buscar o meu certificado de conclusão de licenciatura. Eu sei que há aí uma dívida de oito euros de propinas... posso pagar?"
"Isso tem de ser pago no banco."
Passa-me o papelinho das propinas.
"PRÓXIMO"
Vou ao banco com um sorriso idiota nos lábios.
O senhor do banco vê-me entrar com o papelinho nas mãos.
"Bom-dia."
"Bom-dia."
"É para pagar propinas?"
"Sim. Oitos euros."
O senhor do banco sorri e dá-me uma senha. Quinze minutos da minha vida (que jamais terei de volta) são passados ali à espera de vez. Quando finalmente chega ao meu Z 18, vou até ao balcão.
Outro senhor me recebe (então é aqui que eles andam).
"Bom-dia."
"Bom-dia (subitamente o saloio genuíno que há em mim, ao fim de tanta volta, desperta e num tom que dificilmente voltarei a usar na vida assento na mesa, com a palma da mão, o papel de pagamento) Olhe, eu venho aqui saldar uma dívida de OITO euros à Faculdade de Letras."
"Ah. Muito bem."
Faço o pagamento - com moedinhas FLUL, por Deus, com moedas - enquanto o senhor comenta que "eles não perdoam ah-ah-ah".
Regresso feliz à Faculdade de Letras. É agora. É agora que vou receber o meu certificado. Quase que nem há fila para a secretaria e tudo. Quando vejo que ainda é a mesma senhora que lá está e, farta do discurso de "bom-dia, vinha aqui buscar o meu certificado de conclusão de licenciatura" decidi, jovialmente, atirar logo um:
"Voltei!"
* blank stare *
"Er... estive aqui há pouco."
* blank stare *
Os meus ombros descem e suspiro, resignada. Regressa a cassete.
"Bom-dia. Eu vinha levantar o meu certificado de conclusão de licenciatura. Tive de ir pagar uma dívida de oito euros (praticamente atirei o recibo para dentro do guichet)"
"Diga-me o seu número."
* segue-se o clássico circo por causa da confusão entre treze/treuze em que tenho de garantir pela enésima vez que o meu apelido não é Mendes Pacheco e que o meu certificado é de Estudos Europeus, não de História de Arte *
A senhora tira fotocópias ao recibo e ao certificado.
"Assine aqui."
Assino.
A senhora passa-me um papel.
"Está tudo?"
"Está sim."
"MUITO obrigado. Bom-dia."
"Bom-dia. Boa sorte."
E foi isso. Só isso.
Da faculdade até ao metro o que aconteceu dentro da minha cabeça foi uma célebre cena de um tal de Braveheart, em câmera lenta e convenientemente musicada.
Adeus FLUL, fomos muito felizes.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ah, a vida...
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/19/2009 09:48:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and bright side of life, eanes, loucura, momentos de glória
Ritos iniciáticos para megafones
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/19/2009 07:45:00 p.m.
O meu irmão comprou um megafone.Ora, não sei se sabem mas os megafones têm aquela função imprescindível de gravação para posterior loop barulhento da mensagem gravada. Essencial, como podem ver.
Tudo isto para dizer que:
a) os chungas bombam kizomba no sistema de som mais caro do que o carro, porque é assim que pertence;
b) os chunings bombam Rádio Orbital (mixed by DJ Fernando) no sistema de som de origem puxado ao limite, porque é assim que pertence;
depois
c) os engraçadinhos bombam a Carvalhesa no megafone roufenho metido do lado de fora do vidro do carro, porque é assim que pertence.
It was awesome.
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and cdu, momentos de glória
Legenda (Longo raciocínio que acabou numa conclusão mais ou menos surpreendente) I
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/19/2009 06:43:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and conversas parvas, legendas, portugal, rueff
Legenda (Longo raciocínio que acabou numa conclusão mais ou menos surpreendente) II
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/19/2009 06:34:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and cdu, conversas parvas, legendas, portugal
domingo, 18 de outubro de 2009
Em atenção ao telespectador
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/18/2009 12:57:00 p.m.Gosto do facto do Paquete de Oliveira dar sempre uns momentos para digerirmos cada frase sábia que revela ao mundo.
PS. Fiz um gif ilustrativo só para vocês. É a esse ponto que gosto de todos vós (not). Agora ide fazer uma oferta sacrificial em agradecimento rejubilante à minha generosidade.
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and apostas no provedor, grandes e caros efeitos especiais, paquete de oliveira, rtp
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Um final frustrante
1 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/16/2009 09:39:00 p.m.Ora bem.
A minha guerra com os supermercados e a respectiva música ambiente não é nova.
Desta vez a história é mais ou menos assim: desde que frequento o Continente de Loures (falamos dos tempos em que ainda era um Carrefour) que a música ambiente é sempre, mas sempre mas SEMPRE a mesma.
Ao fim de três anos e entre 2 a 3 visitas por mês àquele espaço digamos que me saltou a tampa. Naturalmente, este meu saltar de tampa não é muito espalhafatoso. Bastante discreto, até. Decidi só recorrer à caixa das sugestões/reclamações para fazer uma sugestão/reclamação.
Sim, meus caros, estes anos todos foram mais do que suficientes para memorizar a playlist lá da chafarica. Penso que, tendo em conta o quão irritada estava com a situação, até fui consideravelmente educada. Pedi com modos, impliquei que não é só por mim: é também por todos aqueles desgraçados que trabalham lá e passam o dia inteiro a ouvir o que aí têm em cima descrito. Era uma reclamação - mas também uma sugestão.Enfim. Hoje voltei ao dito espaço. Não me tinham respondido, nem pelo correio nem para o mail. Pensei que, apesar disso, o meu apelo tinha sido ouvido e que, na melhor das hipóteses, um cd diferente iria repetir durante os próximos três anos.
Quando cheguei, de ouvido atento, topei logo que a música era outra. Ok, a qualidade não tinha melhorado muito - mas era diferente.
Estava na frutaria e estava feliz - até Queen havia. Para acompanhar as compras, é impossível pedir mais.
Ah, como me enganaram...
À medida que o tempo foi passando, descobri a solução manhosa. Empandeiraram - ensanduicharam, se preferirem - músicas "novas" entre as velhas e, lá para o fim, a playlist mantinha-se, sem tirar nem pôr.
Não sei se vou ser tão educada no próximo papelinho vermelho que enviar...
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and belmiro, e no continente, modelo
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A Minha Vida é, assim, tipo Mais ou Menos
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/15/2009 10:03:00 a.m.
Hoje de manhã decidi experimentar uma nova marca de cereais.Abri a caixa, animada perante a imagem na mesma - grandes círculos tipo Cheerios (mas grandes! - como os Weetos). Quando olhei para dentro da caixa fiquei desiludida e senti-me enganada pela malta da Nacional: os anéis eram minímos, mais pequenos até que Cheerios.
Desanimada, virei a caixa dentro da tigela. Foi então que comecei a ver coisas estranhas: para além dos anéis, havia também cereais em forma de meia lua e corações.
Estão perdoados senhores da Nacional. Estão mais do que perdoados.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Uma vez criança, criança toda a vida
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/13/2009 10:41:00 p.m.Estando eu com a criança ao colo dei por mim a tagarelar pelo meio de toda a espécie de palhaçada e cantoria parva, enquanto a Jojo se entretinha a tirar fotografias.
Diz a Joana muito amorosamente:
"Margarida, mete a língua de fora".
E eu meto.
Diz a Joana com aquele tom de 'ai-esta-minha-cabeça':
"Ai, agora até lhe chamo Margarida".
Sim, era com a bebé.
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and bebés, marias, momentos parvos
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Confraria do "Faz-te um homenzinho, pah!"
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/12/2009 08:21:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and believe it or not, emigra para a coreia, política
O futuro
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/12/2009 04:43:00 p.m.As Máquinas do Tempo são, sem sombra de dúvida, a minha potencial-invenção favorita.
No entanto temo que nunca consigamos construir uma. Porquê? Ora, onde estão as visitas desastrosas e espalhafatosas de malta do futuro a grandes eventos do passado e presente?
Por onde andam eles?
Não é essa a prova necessária? Sim, porque custa-me a acreditar que os viajantes do futuro conseguissem ser assim tãããão discretos.
Porquê tudo isto?
Tive finalmente a prova de que precisava que afinal as máquinas do tempo vêm mesmo aí. E melhor do que alguma vez imaginei: parece ser num futuro próximo.
Verdade que não consigo imaginar porque é que a Tina Fey do futuro (é uma pena que a crise de meia-idade tenha trazido o cabelo louro) havia de estar no discurso de derrota autárquica do Jerónimo de Sousa.
O futuro o dirá (mal posso esperar para descobrir).
domingo, 11 de outubro de 2009
Ainda sobre os efeitos do cansaço
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/11/2009 11:25:00 p.m.Acabei de ouvir o José Alberto Carvalho dizer que "aqui está o autocarro de Marlene onde Rui Rio percorreu as ruas do Porto".
Eu sei que não foi isso que ele disse. Mas tenho a certeza que foi isso que ouvi.
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and cabeça atrás esquerda cabeça à frente direita
O horror às camisas de flanela e aos cortes de cabelo às três pancadas
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/11/2009 11:12:00 p.m.O balanço de um muito cansativo dia de eleições (14 horas são obra) é o disparate quando chega esta hora.
(Dioptrias inferiores a 3,5 é favor clicar na imagem)
Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and amor de água fresca, conversas parvas, não olhar directamente
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
The horror
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/09/2009 06:17:00 p.m.Quanto a vocês não sei.
Para mim, o momento que vai ficar desta campanha é o horror do Mário Soares perante o entusiasmo do senhor beijoqueiro.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Um último desabafo sobre as eleições
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/08/2009 08:13:00 p.m.Nunca mais é Sábado
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/08/2009 03:52:00 p.m.Os cães aqui da rua já nem ladram: uivam, sempre que uma caravana passa.
Como eu os compreendo.
Se tiver de ouvir mais uma vez que seja:
a) Paz, Pão, Povo e Liberdade
b) a Carvalhesa
ou
c) Vangelis
epah... ataco o raio dos megafones à dentada.
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sábado, 3 de outubro de 2009
Pequenos momentos de glória que não chegaram a acontecer
1 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/03/2009 01:34:00 p.m.segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Dumbo Weijl
3 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/28/2009 09:19:00 p.m.
É um facto sobre a minha pobre e triste pessoa que tenho o hábito duvidoso de estar sempre disposta a fazer pouco de tudo e todos. Geralmente não é um problema.Tirando os momentos (demasiados) em que dou por mim a concluir um ataque mais violento com "e essa pessoa que passou aqui agora era a pessoa de quem eu estava a falar", pouco mais há.
Mas nesse pouco mais há aquelas alturas em que sou obrigada a morder a língua e dou por mim a tornar-me na pessoa que, habitualmente, deitaria abaixo. Tudo isto para dizer que comprei uma t-shirt.
Em circunstâncias normais jamais compraria algo com a mensagem"I (L) bad guys". Mas a t-shirt era tão gira que arranjei todos os motivos possíveis para justificar a mensagem foleira.
Quando finalmente me conveci que a beleza da peça justificava a compra, levei a mesma avante.
Estava confiante.
A senhora passou a t-shirt no scanner.
Olhei para o ecran e apareceu o preço e o nome da peça - sim, é uma dessas lojas onde tudo tem um nome.
"Dumbo - €8.00".
Cabisbaixa e desiludida comigo saí da loja a arrastar o saco pelo chão.
Eu mereci.
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Como se não fosse já sinistro suficiente
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/28/2009 05:01:00 p.m.
Não sei do que é que o senhor está a falar. Isto entrou automaticamente na minha cabeça, com um tal ímpeto que me ia espalhando ao comprido.
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Ser Margarida é...
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/28/2009 04:17:00 p.m.O Sócrates ganhou?
Quero lá saber, pah! Repuseram a Paraíso Filmes!!!
Todos os dias, à meia-noite e meia.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Classe e elegância
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/21/2009 07:01:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and metro, momentos de glória, momentos parvos, parvoices
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Dos Cartazes I.0
1 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/18/2009 04:34:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and cds, momentos de glória no messenger, Paulo Portas é um exemplo clássico, publicidade
Dos Cartazes I
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 9/18/2009 01:05:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and cds, Paulo Portas é um exemplo clássico, publicidade















