quinta-feira, 17 de maio de 2007

Motivo # 17 para não beber.


"Eu sou uma psicopata!! Quack."

Countdown.down.down.down.


Já só faltam 23 dias!!!!
Para quê não sei, mas sei que só faltam 23 dias.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Doping capilar


Aposto o último M&M em como o Abel Xavier saiu do videoclip de "Barbie Girl" para a conferência de imprensa.

Facto


Não acho que dEUs seja egocêntrico.

EU talvez.

Tive pesadelos estúpidos.

A poesia está na rua.
A poesia foi atropelada.

A poesia está tetraplégica.

segunda-feira, 14 de maio de 2007


...quando estamos a ler a Biblia com o Kurt Cobain a gritar-nos aos ouvidos...

Sugestão


Passei uma hora a tentar comer M&M's com pauzinhos.
Continuo a querer mudar o mundo.

O Planeta dos Macacos


Se Deus criou o Homem à sua imagem, Deus é um macaco.


Doughnut [aka donut]


History

Possible origins


Doughnuts have a disputed history. One theory suggests that they were introduced into North America by Dutch settlers, who were responsible for popularizing other American desserts, including cookies, cream pie, and cobbler.
American Hanson Gregory claims to have invented the ring-shaped doughnut in 1847, when he was sixteen and on a lime-trading ship. Gregory was dissatisfied with the greasiness of doughnuts twisted into various shapes, and with the raw center of regular doughnuts. He claims to have punched a hole in the center of dough with the ship's tin pepper box, and later taught the technique to his mother.Note that there is no independent verification of Gregory's claims.

Making
Before the ring shape became common, doughnuts were often made as twisted ropes of dough. In the UK, doughnuts were always made into a ball. When cooked, they were injected with jam or jelly and always rolled in granulated sugar. This method is still in practice, but ring doughnuts are also now widely available. When placed into a pot of boiling fat, they floated until the lower half was cooked and then rolled themselves over to cook the other side. Ring doughnuts have to be flipped over by hand, which was more time-consuming. The twisted-rope type is called a cruller in some parts of the U.S., but cruller also refers to a particularly airy type of ring doughnut, usually glazed.

Etymology

Oliebollen (Dutch doughnut or "Oliebollen")
The earliest known recorded usage of the term dates an 1808 short story
[2] describing a spread of "fire-cakes and dough-nuts." Washington Irving's reference to "doughnuts" in 1809 in his History of New York is more commonly cited as the first written recording of the term. Irving described "balls of sweetened dough, fried in hog's fat, and called doughnuts, or olykoeks."[3] These "nuts" of fried dough might now be called doughnut holes. "Doughnut" is the more traditional spelling, and still dominates outside the US. At present, "doughnut" and the shortened form "donut" are both pervasive in American English. The first known printed use of "donut" was in a Los Angeles Times article dated August 10, 1929. There, Bailey Millard jokingly complains about the decline of spelling, and that he "can't swallow the 'wel-dun donut' nor the ever so 'gud bred'." The interchangeability of the two spellings can be found in a series of "National Donut Week" articles in The New York Times that covered the 1939 World's Fair. In four articles beginning October 9, two mention the "donut" spelling. Dunkin' Donuts, which was founded in 1948 under the name Open Kettle (Quincy, Massachusetts), is the oldest surviving company to use the "donut" variation, but the now defunct Mayflower Donut Corporation appears to be the first company to use that spelling, having done so prior to World War II.

Ideias parvas


Se a Júlia Pinheiro quer tanto parecer a Oprah...
...será que já considerou passar mais um bocadinho de tempo no solário?

À acutilância de anónimo


E tu também. Nhanhanhanaaaa.

sábado, 12 de maio de 2007

Poprocks&Coke


[para pensar]


Entra o coro.
Verona. Uma praça pública. Entram Sansão e Gregório, armados de espada e escudo.
Entram Abraão e Baltasar.
(à parte, a Gregório)
(à parte, a Sansão)
(à parte, a Sansão)
(Entra Benvólio.)
(Entra Tebaldo.)
(Batem-se.)
(Entram partidários das duas casas, que se misturam com os combatentes; depois entram cidadãos armados de paus e forquilhas.)
(Entra Capuleto, de roupão de dormir, e a senhora Capuleto.)
(Entram Montecchio e a senhora Montecchio.)
(Entra o príncipe com o seu séquito.)
(Saem todos, com excepção de Montecchio, a senhora Montecchio e Benvólio.)
(Saem Montecchio e a senhora.)
(Entra Romeu.)
(Faz menção de retirar-se.)

O mesmo. Uma rua. Entram Capuleto, Páris e um criado.
(Entrega um papel a um dos criados.)
(Saem Capuleto e Páris.)
(Entram Benvólio e Romeu.)
(Faz menção de retirar-se.)
(Sai.)
(Saem.)

O mesmo. Um quarto em casa de Capuleto. Entram a senhora Capuleto e a ama.
(Entra Julieta.)
(Entra um criado. Sai.)

O mesmo. Uma rua. Entram Romeu, Mercúcio, Benvólio, com cinco ou seis mascarados, portadores de tochas e outras pessoas.
(Saem.)

O mesmo. Um salão em casa de Capuleto. Músicos esperam. Entram criados,
(Afastam-se para o fundo.)
(Entram Capuleto, Julieta e outras pessoas da casa, que se encontram com hóspedes e mascarados.)
(Música e dança.)
(Sai)
(a Julieta)
(Saem todos, com excepção de Julieta e da ama.)
(Saem.)
(Entra o coro.)

Verona. Um beco junto do muro do jardim de Capuleto. Entra Romeu.
(Escala o muro e salta para o jardim.)
(Entram Benvólio e Mercúcio.)
O mesmo. Jardim de Capuleto. Entra Romeu.
(Julieta aparece na janela.)
(à parte)
(A ama chama de dentro.)
(Retira-se da janela.)
(Julieta torna a aparecer em cima.)
(dentro)
(dentro)
(Retira-se.)
(Faz menção de retirar-se.)
(Julieta torna a aparecer em cima.)
(Sai.)

O mesmo. Cela de Frei Lourenço. Entra frei Lourenço com um cesto.
(Entra Romeu.)
(Saem.)
O mesmo. Uma rua. Entram Benvólio e Mercúcio.
(Entra Romeu.)
(Entram a ama e Pedro.)
(Canta.)
(Canta.)
(Saem Mercúcio e Benvólio.)
(A Pedro.)
(Sai Romeu.)
(Saem.)

O mesmo. Jardim de Capuleto.
(Entra Julieta.)
(Entram a ama e Pedro.)
(Sai Pedro.)
(Saem.)

O mesmo. Cela de frei Lourenço. Entram frei Lourenço e Romeu.
(Entra Julieta.)
(Saem.)

Verona. Uma praça pública. Entram Mercúcio e Benvólio, pajens e criados.
(Entram Tebaldo e outros.)
(Entra Romeu.)
(Saca da espada.)
(sacando da espada)
(Batem-se.)
(Sai Tebaldo com os seus partidários.)
(Sai o pajem.)
(Saem Mercúcio e Benvólio.)
(Volta Benvólio.)
(Batem-se. Tebaldo cai.)
(Sai Romeu.)
(Entra o príncipe com séquito; Montecchio, Capuleto, as suas mulheres e outras pessoas.)
(Saem.)

O mesmo. Jardim de Capuleto. Entra Julieta.
(Entra a ama, com cordas.)
(Atira-as ao chão.)
(Saem.)

O mesmo. Cela de frei Lourenço. Entra frei Lourenço.
(Entra Romeu.)
(Batem dentro.)
(Batem.)
(Batem.)
(Batem.)
(dentro)
(Entra a ama.)
(Saca da espada.)
(Sai.)
(Saem.)

O mesmo. Um quarto da casa de Capuleto. Entram Capuleto, a senhora Capuleto e Páris.
(Saem.)
O mesmo. Quarto de Julieta. Entram Romeu e Julieta.
(Entra a ama.)
(Sai.)
(Desce.)
(Sai.)
(dentro.)
(Entra a senhora Capuleto.)
(à parte)
(Entram Capuleto e ama.)
(Sai.)
(Sai.)
(Sai.)
(Sai.)

Verona. Cela de frei Lourenço. Entram frei Lourenço e Páris.
(à parte)
(Entra Julieta.)
(Sai.)
(Saem.)

O mesmo. Sala em casa de Capuleto. Entram Capuleto, a senhora Capuleto, a ama e os criados.
(Sai o criado.)
(Sai o segundo criado.)
(Entra Julieta.)
(Saem Julieta e ama.)
(Saem.)

O mesmo. Quarto de Julieta. Entram Julieta e a ama.
(Entra a senhora Capuleto.)
(Saem a senhora Capuleto e a ama.)
(Põe de lado um punhal.)
(Cai sobre o leito, para dentro das cortinas.)

O mesmo. Sala da casa de Capuleto. Entram a senhora Capuleto e a ama.
(Entra Capuleto.)
(Saem a senhora Capuleto e ama.)
(Entram três ou quatro criados, com espetos, achas de lenha e cestos.)
(Sai o primeiro criado.)
(Sai.)
(Ouve-se música.)
(Volta a ama.)
(Saem.)

O mesmo. Quarto de Julieta.
(Entra a ama.)
(Entra a senhora Capuleto.)
(Entra Capuleto.)
(Entram frei Lourenço e Páris, com músicos.)
(Saem Capuleto, a senhora Capuleto, Páris e monge.)
(Entra Pedro.)
(Saem.)

Mântua. Uma rua. Entra Romeu.
(Entra Baltasar, de botas.)
(Sai Baltasar.)
(Entra o boticário.)
(Saem.)

Verona. Cela de frei Lourenço. Entra frei João.
(Entra frei Lourenço.)
(Sai.)
(Sai.)

O mesmo. Um cemitério, com o túmulo dos Capuletos. Entram Páris e o seu pajem, trazendo flores e uma tocha.
(à parte)
(Sai.)
(O pajem assobia.)
(Retira-se.)
(Entra Romeu e Baltasar, com uma tocha, enxadão, etc.)
(à parte)
(Retira-se.)
(Abre a sepultura.)
(Adianta-se.)
(Batem-se.)
(Sai.)
(cai)
(Morre.)
(Coloca no túmulo o corpo de Páris.)
(Bebe.)
(Morre.)
(Entra pelo outro lado do cemitério frei Lourenço com lanterna, alavanca e uma pá.)
(adiantando-se)
(Entra no túmulo.)
(Julieta desperta.)
(Barulho dentro.)
(Sai frei Lourenço.)
(Beija-o.)
(dentro)
(Apodera-se do punhal de Romeu.)
(Cai sobre o corpo de Romeu e morre.)
(Entram os homens da guarda, com o pajem de Páris.)
(Saem alguns guardas.)
(Saem outros guardas.)
(Voltam alguns guardas com Baltasar.)
(Volta outro guarda com frei Lourenço.)
(Entra o príncipe com o seu séquito.)
(Entram Capuleto, a senhora Capuleto e outros.)
(Entram Montecchio e outros.)
(Saem.)

FIM.

Facto


Na vida, tudo está bem.

Até ao momento em que o totó caixa-de-óculos abre a boca.


Chama-se “os da ASAE”.

Concordo com a sua actuação em grandes indústrias. Não consigo concordar com a sua actuação “exagerada, obsessiva e para as câmaras da TVI” em pequenos negócios.

Um pequeno desabafo, estereotipado e pouco razoável, mas ao qual não resisto.

Os senhores da ASAE e os burocratas de Bruxelas querem transformar as cozinhas europeias em laboratórios. Ta-dah!
É que o cozinhar de protecções nas mãos, protecções nos pés, protecções na cabeça, protecções nos braços…OK, o cozinhar forrado de plástico e latéx faz-me espécie. Chamem-me antiquada – para mim um avental é uma farda de trabalho, basta-me.
OK,OK. Também eu não gosto de cabelos a boiar na sopa.
Querem saber uma coisa gira? Nunca ouvi um caso de alguém que tenha morrido depois de ingerir um cabelo.
“Ah, mas isso é resultado da fiscalização cuidada da ASAE.” Não, não. Quando eu disse nunca, referia-me a toda uma História humana – a menos que, claro (e oh meu Deus!), a ASAE sempre tenha existido (“e ao terceiro dia Deus criou a ASAE”? Perdi essa parte. Não deixaria no entanto de explicar porque é que Deus ao sétimo dia teve de parar).
“Ah, mas antigamente as taxas de mortalidade eram bem mais elevadas, mesmo em civilizações tão organizadas e avançadas como a Romana.” Pois, mas os romanos comiam vísceras de pássaros e tinham canalizações de chumbo.
Os senhores da ASAE, claramente, nunca se sentaram numa tasca (julgo que tal seria o equivalente a um PSP residindo na Baixa da Banheira ou assim).
Se os senhores da ASAE já se tivessem sentado numa tasca a degustar um prato de caracóis, sabiam que caracóis não são caracóis sem esse tempero essencial que é as mãos do dono da tasca. E olhem que eu nem gosto de caracóis.
Os senhores da ASAE sabem, como eu, que a Europa tem a melhor segurança alimentar do mundo.
Os senhores da ASAE sabem, como eu, que aos europeus isso não basta. Manientos. Mas os europeus do Mediterrâneo não são desses.
Os senhores da ASAE desconhecem uma cozinha (e não, não corram já para as fitas seladoras e os blocos de notas). A cozinha mediterrânica. O segredo da cozinha mediterrânica, insisto, está no tempero das mãos. Por isso está cada vez mais perdida (e tão saudável que era - a mais saudável, dizem alguns). Deixou saudades.
Os senhores da ASAE eram aqueles putos gordos que nos intervalos enfardavam-se de bolos e que depois justificavam as dores de estômago com “o creme devia estar estragado”.
Os senhores da ASAE se calhar nunca viram o que já vi. Prateleiras de bolos, em bares de escolas, com carreirinhos de formigas a abastecerem de “cremes e massas em más condições de higiene em segurança” a despensa para o Inverno. Nunca vi uma formiga com uma intoxicação alimentar, mas aí, admito, já estaria a entrar no domínio da parvoíce. Ainda assim, gostaria de destacar que as formigas não se queixam e até repetem a dose.
Voltando à situação deste bar, reparem que isto não foi à vinte anos, antes do Mário Soares assinar o Tratado de Adesão, nesses tempos longínquos em que éramos uns rudes porcos e brutos. Não. Nada disso. Foi há dois anos e não vi nenhum agente da ASAE a suspender aquele bar onde um grupo de risco (e em abono da verdade, diga-se, pouco esquisito, marcha tudo) – os adolescentes – se abastecia diariamente, mais do que uma vez por dia.
Compreendo. Nenhum de nós, enquanto utentes lesados do bar, denunciou a situação, senão os senhores da ASAE imediatamente apareceriam, isolariam o local e, depois de selado, obrigariam a desinfecção dezassete vezes, sendo a última a fazer o pino (regras são regras e são para se cumprir). Não, nós não denunciamos. Fizemos o que nos pareceu mais adequado: simplesmente deixamos de ir ao bar. No ano seguinte tínhamos um bar novo e limpinho.
Os senhores da ASAE não deviam crescer.
Os senhores da ASAE devem ter o trabalho mais satisfatório do mundo. Encontram sempre qualquer coisa. Menos formigas expostas em vitrinas.
Os senhores da ASAE têm o trabalho deles, como toda a gente tem o seu. Só é pena que tenha mais importância investir no trabalho deles do que em centros de saúde que fecham, centros de saúde e hospitais que nem existem, em ambulâncias que faltam (e não, não estou a falar de Angola ou do Chade, estou a falar de um estado-membro da União Europeia, para mais de vinte anos), em tribunais e em justiça que não trabalham, em luta contra a corrupção, lavagens de dinheiro, roubos de dinheiros públicos (não, não é a Colômbia, é Portugal, meus senhores, um dos maiores impérios do mundo, há coisa de uns séculos atrás), em políticas de natalidade, de fixação de população no interior, na cultura, na deslitoralização dos serviços e da indústria, na educação a sério (porque esta que cria inspectores da ASAE, parlamentares e empresários como alguns – muitos! – que por aí andam a chafurdar no título, é uma educação de faz-de-conta – acreditem, por mim testada).
Enfim (e esta é aquela parte em que extrapolo uma embirração – os senhores da ASAE – para o estado suicida do país), posso ter as prioridades trocadas, mas parece-me que não sou a única.
Sem nada com que contar senão estrelas, boa vontade dos ventos e sorte achamos a Madeira (maldita a hora…mas isso é uma outra conversa), os Açores, o Brasil, a África Subsariana, Timor, o Japão, a rota para a Índia, e isto tudo sem parar pelo caminho para pedir indicações. Hoje todos julgam saber qual é o caminho, todos apontam um caminho e, no meio desta bagunça, uma coisa vos garanto, não o vão achar. Eu queixo-me do que se queixava o Eça e o Gil Vicente e, por incrível que seja, parece que ainda não entenderam.
Senhores da ASAE façam-me um favor. Larguem os desinfectantes que eu gosto da minha comida com sabor. Larguem isso tudo, agarrem numa pá e num balde de massa e comecem a contribuir a sério para o desenvolvimento do país. Com vocês não vamos lá. Sem vocês, também não.

E agora, com licença, são cinco da manhã e amanhã (hoje!) é dia de aulas


[Ok, ok. Eu explico isto. Eram quatro da manha, tinha sido acordada as tres por causa de agentes da ASAE e fiz birrinha]

Dislexia bem-disposta versão 1.2


"Por exemplo, ali na Faculdade de Direita...uh...Direito."


Nunca deixa de ser irónico que a companheira de vida do Jean Paul Sartre tenha sido a Simone du Beauvoir...

BeauVoir....

BEAU-VOIR....

[posso continuar nisto o resto do dia...]


Grande Entrevista.

Judite de Sousa entrevista Pina Moura.

A proposito da demissao da AR e do convite da TVI, Pina Moura diz nao ver muita televisao:

-"Eu na televisao, habitualmente, so vejo o Telejornal da RTP, e também sou um espectador assíduo da novela Paginas da Vida na SIC."

Engasguei-me de uma maneira, que fiquei com esparguete nos brônquios.


É bem feita, para aprender a não fazer pouco dos outros e começar a ver programas que não interessem

Dislexia bem-disposta

Eu bem que tento dizer Buraka Som Sistema.

Mas sai-me sempre Buraka Bom Sistema.

Va-se la entender... =

Piada de mau gosto


A cremacao do Boris Ieltsin seria um espectaculo rapido, mas digno de se ver.

FAQ

1. O que é que aconteceu? Como é que vim aqui parar?

Carregaste no botão das FAQ. Se foi acidente, retrocede. Se foi acidente mas, por acaso, até tens alguma dúvida continua a ler. Se tens mesmo uma dúvida, garanto-te que dificilmente vai ser esclarecida nas próxima linhas. Se, por acaso, estás mesmo preso dentro do Matrix e tropeçaste dentro da Internet até ao meu blog... hi5!

2. O que é este blog?

Este blog é o meu registo de parvoíce. Mantenho dois diários - um mais sério, onde choro solenemente a minha desgraça de pessoa de metro e meio que sofreu três anos num culto de adoração a Kant (a FLUL (L)). Depois, tenho este onde escrevo tudo o que é parvo e me passa pela cabeça (talvez não tudo, mas uma grande parte). Só o mais digno é público.

3. Não há nada sério neste blog?

Talvez uma coisa ou outra, mas só acontece quando estou distraída. Se detectares grandes extensões de seriedade podes sempre denunciar ao Provedor do blog.

4. Onde posso fazer reclamações?

Dirige-te por mail ao Provedor do Blog (que sou eu, a imitar o Paquete de Oliveira - imitação para a qual tenho trabalhado ao longo de horas de visionamento da Voz do Cidadão).

5. Quem é que está por detrás deste blog?

Para mais detalhes podes sempre ler aqui mas num resumo rápido tenho 21 anos, cresci em Sintra, vivo para ler, definho sem escrever e tenho um pinguim de peluche em tamanho natural que levei a uma sessão de autógrafos do Terry Jones (provavelmente, o ponto alto da minha vida que ofuscará para sempre os próximos 50 ou 60 anos cinzentos que tenho pela frente).

6. Terry Jones? Isso quer dizer que és fan dos Python?

Sou sim senhor(a). Britcom é o meu hobbie de eleição.

7. Como é que posso contactar a autora deste blog?

Usa o mesmo contacto do Provedor do blog. Ele (eu, a imitar o Paquete de Oliveira) reencaminha para mim todas as mensagens de fans e não-fans (e advogados de possíveis ofendidos).

8. Acreditas mesmo que tens alguma piada?

Para dizer a verdade, sim. Mas também sei que 98% daquilo que me faz rir não faz rir 98% da população mundial. Até porque, com mais frequência do que é sensato, puxo pela graça imitando o General Ramalho Eanes e apenas uma minoria dos 6 biliões sabe a quem me refiro, quanto mais achar piada.

9. Qual é a tua opinião sobre o tipo de letra Comic Sans MS?

Não o escondo - tenho um passado com esse tipo de letra. Muitos dos meus trabalhos no básico foram escritos em Comic Sans e, até, tive uma fase louca de Monotype Corsiva. Actualmente, penso que esse tipo de letra devia ser fechado numa casa de banho com o Manuel Subtil, o Francisco Louçã e uma caçadeira (experiência social).

10. Tinhas razão, não esclareci nada com estas FAQs.

Eu avisei.

Muda de vida


-"Epah, nao fazes ideia quem encontrei hoje no cabeleireiro!!"

-"Quem??"

-"O Paulo Bento!"

Iluminação a mais queima.


Hoje pus os palitos no frigorifico e o cesto da fruta no fogao.

Algo me diz que nao estou bem.

quarta-feira, 25 de abril de 2007


Vou comprar produto...
Tenho o quental cheio de anteros.

Às vezes dou comigo nas filas para a pesagem da fruta nos supermercados a observar as pessoas e a ficar com um desejo incontrolável de as esbofetear com o saco das laranjas até cuspirem dentes vitaminados.

Depois conto ate dez e passa.

Miss Piggy

-"Ah. O fruto proibido e' sempre o mais apetecido, nao e?"

[Pequenissima pausa para reflexao]

- "Tens razao. Nem imaginas como gosto de comer bolachinhas de chocolate, as escondidas na Biblioteca."

[Grande pausa para saborear o momento]

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