quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Os Doces da Consoada
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 12/24/2009 09:42:00 p.m.
O meu estômago deve ser alien.
A sério.
Está a sair-me corpo fora e lá vai ele e eu fico aqui e o meu estômago revoltado a resmungar com os abusos sofridos e a ir embora e lá vai ele e fugiu e vai lá longe.
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Farófias Eaters & Hell Raisers
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 12/24/2009 04:52:00 p.m.
Véspera de Natal.
Provavelmente o único dia do ano em que corro com tesouras na mão.
Seja como for... FELIZ NATAL!
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Porquê, Pai Natal, porquê?
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 11/05/2009 07:24:00 p.m.A Leopoldina é um pássaro. UM PÁSSARO. Ou melhor - ERA. Porque agora a Leopoldina é um pássaro com braços, não asas. Nem quero imaginar o tipo de operação nazi que foi essa. Basicamente, a Leopoldina é uma pessoa com cabeça de pássaro. Não só é doentio como assustador.
2. Já tinham sido penosos os anúncios da Popota o ano passado. Eu sei que escarneci bastante sempre que aparecia o Tony Carreira versão-popoto. Compreendo, também, que não tenha sido a única e que este ano tenham tentado agradar a outro público.
Mas a sério: Buraka Som Sistema, Popota e Natal são três conceitos que não nasceram para estar juntos.
É assim tão díficil não ser baratucho e famíliaaveiroazeiteiro por estas bandas?
Tenho saudades da Rua Sésamo =(
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sábado, 18 de outubro de 2008
Perturbador
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 10/18/2008 05:19:00 p.m.
A Casa (não a minha, a loja, que seria parvo meter maiúscula para me referir à minha casa) já está atulhada de tralha natalícia.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Ainda do Natal
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 1/02/2008 04:05:00 p.m.Eggs, spam, bacon, spam, spam, spam and meias no natal, natal
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Conto de Natal
2 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 12/19/2007 04:32:00 p.m.
Escrito a (...ora, três pessoas...) seis mãos na aula de Sistema Jurídico da U.E. Seis mãos, não, três pessoas a precisar de férias. A primeira parte. Porque 80% é da minha autoria, naquela meia hora tão produtiva de espera pelo autocarro. E uma parte no autocarro. A parte final é já de completo estado de alienação e inconsciência de sexta-feira à noite de última semana de aulas. Enfim. Insanidade. Absoluta. Fica aqui, tal e qual como foi escrito. Ah. E não há erros de ortografia ou contexto. Está mesmo como foi escrito.
Azul - Meu, Margarida.
Preto - Nice.
Vermelho - Inês.
Era véspera de Natal. E estava a nevar. Mas não estava frio. Estava um calor desgraçado, uma calamidade assassina de idosos. Tempo estranho aquele, o do Inverno de 2025, neve e calor.
*FIM*
Joaquim Panda, um génio português, estava no seu laboratório em Vichy quando um floco de neve lhe caiu no nariz. De facto, caiu-lhe o nariz.
"HEY! ESTÁS AÍ?"
"Estúpidos robots" resmungou Joaquim Panda "quem me dera que aquele idiota do Joe Berardo nunca tivesse metido o nariz onde não era chamado."
"Eu...bem, eu...eu não sei."
Piaf desviou a Laura Bâshe insuflável do sofá, sentando-se.
Joaquim olhou Piaf.
Não digas isso" disse-lhe muito sério "não lhe dês ideias. Sabes bem do que ela é capaz."
Piaf olhou Joaquim.
"Ridículo!" gritou Joaquim "RIDÍCULO! Que espécie de conto de Natal é este?! Estamos há vinte linhas a discorrer sobre a autora. Cabra egocêntrica!"
"Panda!"
"Desculpa lá Piaf, mas acho que vou voltar para casa. Isto tornou-se num disparate. O Natal é suposto ser sobre amor, redenção, esperança, luz..."
Joaquim foi interrompido por uma luz intensa que vinha lá de fora. Piaf levantou-se e, seguido por Joaquim, espreitou pela janela.
"Será que o robot tinha o microondas ligado?"
"Não sei...não consigo ver nada. Mas já tínhamos ouvido o 'plim', não?"
"Sim, tens razão. Será que o Padre Putine conseguiu os fundos para o presépio? Era mesmo dele convencer uma estrela a passar a consoada num estábulo em Vichy."
"Só não entendo a música."
"Música?"
"Sim, não ouves? Será que Deus ainda vem à Terra antes de acabar com tudo?"
"Acabar com tudo? Do que é que estás a falar, Joaquim?"
"Não te disse? Foi por isso que vim aqui. O mundo vai..."
"HEY!"
Piaf e Joaquim saltaram, olhando sobressaltados para trás. A porta pendia, partida. À porta estava o que parecia um elfo mal-humorado do Pai Natal. Talvez fosse por estar vestido de cor-de-rosa.
"Conhecemo-nos?" perguntou Joaquim Panda levantando uma sobrancelha.
"Claro que me conheces!" gritou a criatura "Sou a autora, idiota! Caso não te lembres, eu apresentei-te como um génio!"
"A autora?" repetiu Piaf surpreendido "Desculpe, mas...mas...partiu-me a porta."
"E se te pões com picuinhices, parto-te o nariz."
Piaf recuou, aturdido. Não estava habituado a tão maus modos. A autora virou-se de novo para Panda, esticando-lhe o dedo. Panda olhava-a furioso.
"E tu, meu menino, que história é essa de me andar a chamar 'cabra egocêntrica' na minha própria história, hum?"
Panda enrubescido, brilhava de raiva. Piaf olhava-o, visivelmente preocupado. Panda abriu a boca, voltou a fechá-la e engoliu em seco. A autora cruzou os braços, encostando-se a um Hades laranja que escondia a velha lareira inútil, à espera de uma resposta. Subitamente a expressão de Panda alterou-se, começando a rir nervosamente.
"És tão idiota. Não vês que és mesmo uma cabra egocêntrica?"
"HEY!"
"Isto era suposto ser um conto de Natal e, agora, aqui estás, a meter-te na história."
"Seu...ah...que lata! Obrigas-me a vir aqui e ainda aproveitas isso."
Panda continuava a rir. A autora, desconcertada, tropeçou num aspirador com vestígios de uma recente explosão. Panda prosseguiu.
A autora fitou-o, franzindo as sobrancelhas. Realmente, algo não estava bem em Panda.
"Então?" sorriu Panda.
Arregalando os olhos, a autora corou até à raiz dos cabelos.
"Um nariz" Puseste o meu braço no sítio e não foste capaz de me devolver o nariz. Que estúpida. E o Piaf nem notou. Francamente, que péssima autora."
Piaf olhou para Panda como se o visse pela primeira vez.
"Panda? O que é que aconteceu ao teu nariz? Espera, vou procurar um. Acho que sobrou um do nevão passado."
Joaquim Panda sorriu triunfante.
"Obrigado" disse.
A autora fitou-o impassível, obviamente humilhada com a situação. Na cozinha, Piaf Pardale remexia em armários e gavetas.
"Ah! Achei!" gritou. Voltou à sala com uma bola vermelha luminosa."Não é muito discreto, desculpa, mas é o único que tenho, era da rena do ano passado. Muito tenrinha, por acaso. Devia experimentar aquele molho de novo."
Enquanto tagarelava passou-o para as mãos de Panda, que apertava os lábios, pálido.
"De nada" riu a autora.
Panda fechou os olhos, ajeitando o novo nariz. Piaf procurava a receita de molho do ano passado. A autora voltou a dirigir-se a Panda e ao seu luminescente nariz vermelho.
"Só para teres uma ideia de quem manda aqui" disse pomposamente. " E agora faz favor de continuar a história como deve ser".
"A HISTÓRIA É ESTÚPIDA, DEVIAS ESTAR A ESTUDAR, CHEGASTE NUMA NUVEM DE LUZ, FALASTE COMO SE DEUS ESTIVESSE A CHEGAR E CONTINUAS SEM SABER SE OS JEOVÁS CELEBRAM O NATAL!" berrou Panda impaciente, fazendo reluzir o seu nariz novo.
"Diz o que quiseres. Quem escreve a história sou eu e vais fazer o que EU quiser. Adeusinho. Adeus Piaf. Feliz Natal."
Desviando-se da porta partida, a autora desapareceu por entre a neve que caía agora mais impiedosamente do que antes. Piaf Pardale olhou inquisitivo para Joaquim Panda.
"E agora?"
"Bem Piaf, agora nós...Bem, basicamente temos de..."
Panda apertava o nariz, nervoso, irritado e confuso. Instalou-se um silêncio. Nervoso, irritado e confuso. De cima, veio um estalido impaciente da autora.
À porta surgiu um oficial inglês vestido de verde dos pés à cabeça.
"Não, não, não!" berrou Panda "Não envies o Chapman, nós conseguimos muito bem avançar sozinho."
O oficial recuou e desapareceu.
Joaquim Panda respirou fundo.
"Piaf, o mundo vai acabar. Não é neve que está a cair, é o céu que está a nevar, Piaf."
"O céu? O céu está a cair? Por Toutatis!" exclamou Piaf (Piaf Pardale Lupin estudava religiões do séc. XX, mas era um gaulês).
"Sim Piaf" continuou Panda "o céu está a cair. E a razão para eu querer saber se os jeovás celebravam o Natal ou não era porque tinha um plano. Só eles é que se vão salvar, sabes?"
"Porquê?" Piaf estava intrigado. O seu amigo não estava a fazer sentido.
"Bem, foi o que a outra autora disse. Só os jeovás. Acho que foi por causa da aula, das circunstâncias da aula." justificou-se Panda.
"A outra autora não está aqui. Podemos esquecer essa parte. Porque, como devias saber, todos os jeovás morreram há uns anos. Não sobrou nem um. Aquela história de equipararem a SIDA às vacas loucas, não era difícil adivinhar aquele final trágico...Alfama nunca mais foi a mesma." Piaf suspirou "Enfim. O mundo está a acabar, é véspera de Natal. O que é que podemos fazer para salvar o Natal? E o mundo. Claro."
Panda começou a caminhar em círculos à volta do globo que Piaf mantinha no centro da sala. Também pensativo, Piaf Pardale Lupin caminhou de mãos atrás das costas até à janela, espreitando de novo lá para fora
Passaram-se minutos nos quais aquelas duas mentes geniais fervilharam em silêncio à procura de uma ideia que pudesse salvar o Natal.
"Vamos por partes, Piaf." recomeçou Panda.
"Muito bem."
"Temos um problema. O que é esse problema?"
"A neve. A neve é o céu a cair"
"E porque é que o céu está a cair?"
"Apocalipse. O mundo está a acabar."
"E porque é que o mundo está a acabar?"
Piaf ficou em silêncio. Reticente, encolheu os ombros.
"Não sei. Deus está aborrecido? Ou a festa de aniversário de Jesus desta vez foi longe demais?"
"Hum. É difícil saber. Mas já vimos do que precisamos: de um milagre de Natal." afirmou convicto Joaquim Panda.
Piaf sentou-se numa pilha de livros poeirentos sobre o Elvis. Exasperado perguntou:
"Onde é que vamos arranjar um milagre de Natal a esta hora? Lourdes está fechado. Fátima está fechado"
"O Guty está sem fio." acrescentou Panda.
"Podíamos ajudar pobres e sem-abrigo" começou Piaf "mas os campos Chávez fecham às 20h."
"Onde é que vamos arranjar um milagre de Natal sem pobres?" exclamou Panda, surpreendido por nunca ter pensado nesse problema antes.
"Joaquim, é o fim. A autora está exausta, não dorme há noites. Só temos uma solução."
"Ler Dickens. Eu sei."
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Fééérias.. /suspira e cai artisticamente inanimada para o lado, já previamente preparado com umas almofadinhas
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 12/19/2007 03:58:00 p.m.E é isso.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Dicas de Natal #1 The Larch
0 pessoas ainda dizem mais Rabiscado na parede por flower_power mais ou menos em 12/04/2007 03:47:00 p.m.
Situação:
Você está numa grande superfície, completamente lotada em Domingo à tarde. Deslocou-se aí, aparentemente à semelhança de centenas de pessoas, para comprar uma árvore de Natal. Decente. Bonita, barata e...er...bonita.
Dirige-se à secção de Natal onde essas centenas de pessoas estão concentradas, mais entaladas do que judeus comunistas homossexuais romenos morenos num vagão para Auschwitz em época de falta de botões e sabonetes.
Infelizmente, e como bom português que é, já vem um bocadinho em cima da hora. As caixas com as árvores de Natal estão a voar da prateleiras, quase literalmente.
Finalmente, entre as árvores brancas e as árvores pretas que até são bonitas mas um mau investimento, encontra-a: A árvore. Perfeita. Bonita, barata e...er...bonita.
Ponto grave da situação: Já só há uma caixa. Tendo em conta a distância que o/a separa da caixa e a aquele senhor/a que já está de braço esticado para a levar, nunca vai conseguir agarrá-la a tempo.
Solução:
Você:
a) Grita bem alto para quem estiver consigo "Epah oh Zé, esquece lá essas. O ano passado a Luísa levou uma dessas e em vez de uma árvore a caixa trazia uma piton brasileira. Venenosa. Passou a consoada no Amadora-Sintra. E nem lhe devolveram o dinheiro".
b) Passa para outro corredor e grita bem alto (e histéricamente): "OH ZÉ!!! Esquece a árvore! Está aqui o Cristiano Ronaldo!!! Anda cá depressa".
c) Grita bem alto "Hey! Zé! Viste aquele monhé que largou ali aquela caixa e foi embora? O que é que está escrito na caixa, mesmo? «Alá é grande???»"
Se nenhuma das anteriores resultar, passe a uma abordagem mais directa. Dirija-se à secção de utilidades da loja e agarre num colete verde/amarelo, dos fluorescentes. Se quiser acrescente uma ferramenta ou outra com ar ameaçador e oficial.
Dirija-se à pessoa que já vai com a caixa da árvore na direcção da outra caixa, para pagar. Apresente-se ruidosamente como inspector da ASAE e garanta-lhe que vai ter de confiscar aquela árvore. Não cumpre as normas de segurança da U.E. e pode a qualquer momento entrar em combustão espontânea, o que LARGUE-A!!! DEPRESSA! ALGUÉM! UM EXTINTOR! Quando tiver a caixa na mão, certifique-se que corre depressa.
Na próxima semana, como convencer todos os seus amigos que pacotes de batatas fritas são boas prendas de Natal.
Feliz Natal...
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