terça-feira, 26 de janeiro de 2010

As humoristas da sujidade

Já são irritantes as nódoas que não saem mas aquelas que ao primeiro contacto com detergente mudam de cor (e assim ficam) são mesmo gozonas.
Parvas.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Breve Registo de Feitos Pessoais

Acabei de fazer um nó cego - com laço!

Deve ser uma primeira vez na história da humanidade.



Vamos acreditar que sim.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Uma questão de matemática?

O espelho é redondo, daqueles com dois lados - um normal e outro uber-fixe com zoom.
Eu deixei-o cair, mas não partiu. Rachou só, do lado normal.
Isso dá quantos anos de azar? Três e meio?
Ou, como foi só de um lado, 1,25?
Ou, ainda, como foi do lado sem zoom - logo há mais espelho concentrado do lado de lá - 0,3125?
Dava-me jeito saber, preciso de organizar a minha vida.






Nota-se muito que a matemática é o meu calcanhar de Aquiles?

domingo, 22 de novembro de 2009

ReTARDIS


Tenho o meu telemóvel há seis anos. Eu sei - até a mim me surpreende.

Nunca me deu problemas de maior até hoje, nada do que me fez há seis anos trocar de telemóvel - a bateria continua fina, muito raramente se desliga assim do nada.

Ora, a única característica disfuncional (também sei ser politicamente correcta) do meu Samsung são as mensagens. Começou logo no início: para aí há cinco anos.
Numa troca de mensagens (para facilitar chamemos-lhe troca de mensagens A), em vez de receber a mensagem que era suposto recebi a mensagem anterior - repetida. Saí da caixa de entrada e quando voltei, a segunda mensagem (a repetida) não estava lá.
Na vez seguinte (chamemos-lhe troca de mensagens B) em vez da mensagem que era suposto receber recebi a mensagem que era suposto ter recebido na troca de mensagens A.

Desde então, isto tem acontecido volta e meia, vezes suficientes para já ter esgotado todas as letras do alfabeto várias vezes.
Dos momentos mais estranhos foi, no 2º ano de faculdade, entrar para uma aula (Política Social e Económica da U.E.) às oito da manhã e despertar quando recebi de alguém que quase não via desde o secundário uma mensagem a propósito do 'acabado de sair sexto livro de Harry Potter'. A mensagem chegou com TRÊS anos de atraso.
Ou agora mesmo, quando recebi uma mensagem da Inês a pedir desculpas mas não só pensava que eu fazia anos no dia 30 (de Agosto) como pensava que o mês nem tinha dia 31 (o habitual).

Em conclusão - porque é que, honestamente falando, eu não me desfaço do meu telemóvel e arranjo algo mais recente, funcional e apresentável?

Simples: uma parte de mim acredita religiosamente que há algo de máquina do tempo no meu telemóvel e enquanto puder não vou largar mão de uma preciosidade destas. A ciência um dia reclamará estes circuitos insanos.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Angorá


Nem queria acreditar.
O cabelo encolheu na lavagem.

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