sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Agora ganhas vida? AGORA?!

No segundo ano de faculdade tive uma cadeira chamada Política Económica e Social da União Europeia.

Havia apenas uma grande gorda aula por semana, à Sexta-feira.
Às oito da manhã - saíndo eu da faculdade às nove e tal da noite de Quinta-feira (depois de passar lá o dia inteiro, sem hora sequer para almoçar).

Como se isso não fosse o suficiente, a matéria da cadeira em si era pouco...hum... digamos envolvente.
A cereja no topo do bolo era a última linha de defesa que também falhava - o discurso monocórdico, desinteressante, pouco cativante, em nada particularmente memorável do professor.

Ora, quando eu ontem chego a casa e ligo a televisão e vejo o sr. professor, com honras de abertura no Jornal da Noite, com um discurso inflamadíssimo no centro da Assembleia da República, penso que estou no meu direito quando me salta a tampa.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Fazia o percurso para casa, a pé.

Não há passeios em determinado ponto e, por isso, sou obrigada a fazer algumas dezenas de metros na beirinha da estrada. Quando vem um carro, como a valeta é funda não tenho para onde me desviar e calha ao carro ser simpático e desviar-se um niquinho. Isto quando se desviam: já vi de demasiado perto muito autocarro e camião.

Hoje caminhava com afinco, a pensar que preciso de andar mais a pé - apesar de estar com o mesmo peso com que entrei para o Secundário, perdi muita massa muscular (cortesia da faculdade, das horas passadas alapardada na Biblioteca a sublinhar e a comer bolachinhas) e estou um bocadinho mais rechonchuda.

No meio desta constatação aproxima-se uma camioneta, de frente, no meu lado. Não vinham mais carros - nem atrás da camioneta nem em sentido contrário. Não havia problema, o senhor só precisava de dar um toquezinho ao volante.

Não é que o porco do homem abre o pisca para se desviar de mim?

sábado, 26 de abril de 2008

a notícia do dia

Então o Paulo Bento cortou o cabelo?!

Não me parece nada bem.
Anda uma pessoa a promover a adopção do penteado pelo país fora e a figura maior do Comité de Protecção e Promoção do Risco ao Meio com Divisão Triangular ao Nível da Franja faz-me uma destas.
Estou aborrecida.
Só falta o Francisco George também cortar o cabelo.

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